A equipa de Juniores do G. C. R. Nun'Álvares deseja um feliz aniversário ao atleta Zé Miguel, pelos seus 17 anos.
Grupo C. R. Nun´Álvares
Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
Terça-feira, 3 de Abril de 2012
Atleta do mês de Fevereiro
Chico foi considerado o atleta do mês da equipa Junior do Nun'Álvares. Foi um dos jogadores preponderantes da equipa nesta etapa final e contribuiu com alguns golos que foram importantes para os pontos que a equipa amealhou na fase final de apuramento de campeão, que a equipa fafense acabou no 5º lugar.
1 - O que é para ti representar o Nun'Álvares?
Ainda antes de começar a jogar futsal, o nome desta Instituição fazia-me chegar pelos grandes feitos conseguidos nas várias modalidades em que estava envolvida. Anos depois, quando já jogava futsal, e dizia que no próximo fim-de-semana defrontaria o Nun’Álvares, por várias vezes ouvi isto de pessoas que até nem estavam muito por dentro do mundo do desporto “O Nun’Álvares?! Vocês jogam contra o Nun’Álvares? Ainda recentemente conquistaram um título nacional”
Hoje, atleta do Nun’Álvares é com grande orgulho e respeito que visto esta camisola, não pelo seu passado mas por tudo aquilo que esta Instituição me tem vindo a proporcionar.
2 - A nível individual e colectivo, que balanço fazes da época que está a chegar ao fim?
O objetivo principal traçado no início da época foi atingido, a passagem à fase final do campeonato distrital, e neste lutar pelos primeiros lugares. Coletivamente estivemos implacáveis durante a fase regular, a praticar um bom futsal, coesos e solidários em todos os momentos do jogo. O mesmo não tem vindo acontecer nesta fase final. Houve uma descompressão enorme nos treinos, que obviamente se traduziu nos jogos e na eliminatória da Taça, que em condições normais não teríamos sido afastados assim desta competição. Tendo em conta o nosso plantel ser constituído por jogadores maioritariamente juvenis, penso que temos vindo a deixar uma imagem positiva do emblema que levamos ao peito.
Individualmente, tenho-me sentido em boa forma e confiante para em jogo ajudar a minha equipa a vencer, e mais do que isso, praticar um bom futsal.
3 - Quais pensas serem os aspectos colectivos a serem melhorados?
Penso que ainda há muito a melhorar, isto porque temos jogadores que possibilitam formar um coletivo mais sólido. Continuamos a ganhar grande parte dos jogos com golos que são fruto de lances individuais. Quando a magia do individual não surge o jogo torna-se bastante mais difícil. Se aleássemos a tal magia individual com um jogo coletivo mais dinâmico tornar-nos-íamos mais fortes.
4 - Uma mensagem que queiras deixar para a equipa.
Em termos formais resta-nos apenas mais um jogo que temos o dever de vencer, até porque nunca conseguimos trazer de Rio Caldo os três pontos. Agora que estamos a terminar a fase final, o grupo de trabalho que reflita e tire as respetivas ilações acerca daquilo que não correu tão bem durante o ano, para a curto prazo nos tornarmos não só competitivos mas também mais regulares, e assim, atingir um patamar diferente, que nos possibilite sermos mais equilibrados jogo a jogo, vencer ainda mais e crescermos como jogadores.
Segunda-feira, 2 de Abril de 2012
Parabéns João
A equipa de Juniores do G. C. R. Nun'Álvares deseja um feliz aniversário ao atleta João André, pelos seus 17 anos.
Sexta-feira, 30 de Março de 2012
Jogo Sem Bola
Pode parecer um paradoxo, mas apesar de ser a bola o elemento mais importante num jogo de Futsal, a verdade é que na minha opinião as equipas mais fortes são aquelas que sabem jogar melhor sem bola... confuso?! Então vejamos, durante um jogo existem dez atletas e uma bola, o quer dizer que quando um atleta tem a bola na sua posse os outros nove não a têm, certo?
Ora, assim sendo, creio então que devemos dar uma maior incidência nos treinos aos comportamentos individuais e colectivos dos momentos em que os atletas não têm a bola em seu poder, seja a defender, mas principalmente a atacar (Ex: movimentações, coberturas, apoios, etc) pois na realidade se contabilizarmos individualmente o tempo que cada atleta passa com a bola em seu poder, este não chegará seguramente aos 3 minutos, isto quando um jogo tem no mínimo 40 minutos... ou seja, se calhar é mais importante treinar os 37 minutos em que o atleta está sem bola do que os outros 3 minutos em que a tem...
Contudo e obviamente, não podemos deixar de trabalhar os momentos em que o atleta tem a bola (muito pelo contrário), pois o passe, a recepção, o remate, o drible, etc, são a essência do jogo e é inclusive nestes momentos, que os atletas fazem a diferença e alcançam o objectivo real do jogo, o golo, no entanto, creio que os treinadores dão sempre mais importância a este factor, esquecendo-se realmente que na maioria do tempo o atleta está sem bola, e creio que é aqui que reside verdadeiramente a diferença das melhores equipas em relação às outras...
Posto isto, chegamos a outra conclusão muito importante, é que para jogar bem "sem bola" é necessário saber a ler bem o jogo, de forma a antecipar as várias movimentações quer dos adversários, quer dos companheiros, e para isso o atleta tem que estar permanentemente a pensar durante todos os momentos do jogo, sendo que os mais inteligentes têm mais possibilidades de sucesso (apesar que isto também se treina), levando-nos então a uma constatação também paradoxal, é que ao contrário do que se pensa e diz, o Futsal não se joga com os pés... mas sim com a cabeça!
Pensem nisto...
Abraço
Pedro Silva
http://www.futsal-coach.blogspot.com
Ora, assim sendo, creio então que devemos dar uma maior incidência nos treinos aos comportamentos individuais e colectivos dos momentos em que os atletas não têm a bola em seu poder, seja a defender, mas principalmente a atacar (Ex: movimentações, coberturas, apoios, etc) pois na realidade se contabilizarmos individualmente o tempo que cada atleta passa com a bola em seu poder, este não chegará seguramente aos 3 minutos, isto quando um jogo tem no mínimo 40 minutos... ou seja, se calhar é mais importante treinar os 37 minutos em que o atleta está sem bola do que os outros 3 minutos em que a tem...
Contudo e obviamente, não podemos deixar de trabalhar os momentos em que o atleta tem a bola (muito pelo contrário), pois o passe, a recepção, o remate, o drible, etc, são a essência do jogo e é inclusive nestes momentos, que os atletas fazem a diferença e alcançam o objectivo real do jogo, o golo, no entanto, creio que os treinadores dão sempre mais importância a este factor, esquecendo-se realmente que na maioria do tempo o atleta está sem bola, e creio que é aqui que reside verdadeiramente a diferença das melhores equipas em relação às outras...
Posto isto, chegamos a outra conclusão muito importante, é que para jogar bem "sem bola" é necessário saber a ler bem o jogo, de forma a antecipar as várias movimentações quer dos adversários, quer dos companheiros, e para isso o atleta tem que estar permanentemente a pensar durante todos os momentos do jogo, sendo que os mais inteligentes têm mais possibilidades de sucesso (apesar que isto também se treina), levando-nos então a uma constatação também paradoxal, é que ao contrário do que se pensa e diz, o Futsal não se joga com os pés... mas sim com a cabeça!
Pensem nisto...
Abraço
Pedro Silva
http://www.futsal-coach.blogspot.com
Fonte: futsalalan.blogspot.pt
Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Utilização do Treino para memorização das habilidades motoras
Muito mais do que mesclar volume e intensidade, o treino propõe outras variáveis importantes, tais como: mecanização de movimentos, repetição de gestos específicos, ajustes e substituição de movimentos, aprimoramento técnico, entre outros.
É necessário entender que o treino está intimamente ligado à repetição desses movimentos, e por sua vez, ao condicionamento de gestos motores e sensoriais.
Não basta apenas treinar por várias horas, é importante executar estes movimentos de forma correta, criando assim um padrão de movimento e gesto eficiente.
Praticar um movimento ou gesto específico por várias vezes (repetição) poderá torná-lo memorizado, ou seja, criar um padrão de movimento.
Para Fox estes padrões são chamados de “engramas motores” segundo ele “um engrama é um traço permanente deixado por um estímulo no protoplasma tecidual” diz também que, “este movimento ou gesto depois de memorizado ficará armazenado, e sempre que o indivíduo desejar realizar, essa determinada habilidade motora particular será “reinterpretada” (replay), reproduzida conforme armazenada”.
Pois bem, com isso a palavra treino ganha importância ainda maior, pois não basta apenas treinar, mas realizar o treino de forma adequada, a fim de obter padrões de movimentos corretos.
É comum escutarmos todos os dias atletas e treinadores a justificar resultados com as seguintes palavras “estamos a trabalhar muito, mas não estamos a conseguir os resultados”, pois bem, talvez essa seja uma das explicações, pois muito mais importante do que treinar horas e horas, é treinar de forma eficiente.
Uma finalização, por exemplo, pode ser treinada de forma desajustada, levando o atleta a ser perfeito na sua imperfeição, quem nunca viu aquele atleta treinar finalizações sem o mínimo de concentração e preocupação com os movimentos corretos? É normal vermos todos os dias o atleta muito mais preocupado com a força em que vai finalizar e com a potência do seu remate, do que com a direção que a bola irá percorrer. Por esse motivo acerta sempre no mesmo lugar, mais fora do alvo (golo), ele adquiriu um padrão motor (engrama) incorreto e sempre que acionar este padrão irá realizá-lo incorretamente tal como armazenado em seu cérebro.
Quando isso ocorre, existe a necessidade de um “realinhamento”, ou seja, uma substituição do padrão anterior, este realinhamento transformara-se numa memória motora para essa habilidade especial.
Esse realinhamento (correção) poderá ser acionado com um estimulo apropriado e utilizado imediatamente sempre que necessário.
Para ilustrar esta teoria vamos imaginar agora que no nosso cérebro existissem várias gavetas, como aqueles velhos arquivos de escritórios, e em cada um deles existissem uma tarefa armazenada.
Sempre que enviamos uma mensagem ao nosso cérebro solicitando determinada função, ele irá recorrer ao seu arquivo, e lá encontrará (ou não) a função desejada.
Se este movimento estiver arquivado de forma correta, a probabilidade de acerto é garantida, já ao contrario será reproduzida sem êxito.
É importante saber que esse mecanismo funciona da seguinte forma: “os proprioceptores envolvidos na tarefa enviam uma mensagem ao SNC (sistema nervoso central). Então o “engrama” estocado é utilizado como modelo”.
Estes “engramas” uma vez aprendidos e armazenados poderão ser utilizados sempre que necessários.
Segundo Fox “Se e quando ocorrem desvio em relação ao engrama armazenado uma correção é feita graças à liberação de sinais motores adicionais pelo córtex motor, de acordo com o que é lhe comunicado pelo cerebelo”.
O que nos remete a entender que podemos fazer pequenos ajustes nesses padrões, que garantam a eficiência da tarefa proposta.
E como conclusão final deste artigo é importante analisar o treino como um trabalho constante de correção, um movimento ou gesto uma vez aprendido de forma correta poderá garantir o sucesso de sua equipa numa partida.
Prof. Esp. Marquinhos Xavier
O assunto é interessante e complexo, para saber mais consulte a bibliografia:
The Physiological Basis of Physical Educattion and Athletics
“Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos”
Edward L. Fox, Richard W. Bowers e Merle L. Foss
Editora Guanabara Koogan S.A / Rio de Janeiro-RJ
É necessário entender que o treino está intimamente ligado à repetição desses movimentos, e por sua vez, ao condicionamento de gestos motores e sensoriais.
Não basta apenas treinar por várias horas, é importante executar estes movimentos de forma correta, criando assim um padrão de movimento e gesto eficiente.
Praticar um movimento ou gesto específico por várias vezes (repetição) poderá torná-lo memorizado, ou seja, criar um padrão de movimento.
Para Fox estes padrões são chamados de “engramas motores” segundo ele “um engrama é um traço permanente deixado por um estímulo no protoplasma tecidual” diz também que, “este movimento ou gesto depois de memorizado ficará armazenado, e sempre que o indivíduo desejar realizar, essa determinada habilidade motora particular será “reinterpretada” (replay), reproduzida conforme armazenada”.
Pois bem, com isso a palavra treino ganha importância ainda maior, pois não basta apenas treinar, mas realizar o treino de forma adequada, a fim de obter padrões de movimentos corretos.
É comum escutarmos todos os dias atletas e treinadores a justificar resultados com as seguintes palavras “estamos a trabalhar muito, mas não estamos a conseguir os resultados”, pois bem, talvez essa seja uma das explicações, pois muito mais importante do que treinar horas e horas, é treinar de forma eficiente.
Uma finalização, por exemplo, pode ser treinada de forma desajustada, levando o atleta a ser perfeito na sua imperfeição, quem nunca viu aquele atleta treinar finalizações sem o mínimo de concentração e preocupação com os movimentos corretos? É normal vermos todos os dias o atleta muito mais preocupado com a força em que vai finalizar e com a potência do seu remate, do que com a direção que a bola irá percorrer. Por esse motivo acerta sempre no mesmo lugar, mais fora do alvo (golo), ele adquiriu um padrão motor (engrama) incorreto e sempre que acionar este padrão irá realizá-lo incorretamente tal como armazenado em seu cérebro.
Quando isso ocorre, existe a necessidade de um “realinhamento”, ou seja, uma substituição do padrão anterior, este realinhamento transformara-se numa memória motora para essa habilidade especial.
Esse realinhamento (correção) poderá ser acionado com um estimulo apropriado e utilizado imediatamente sempre que necessário.
Para ilustrar esta teoria vamos imaginar agora que no nosso cérebro existissem várias gavetas, como aqueles velhos arquivos de escritórios, e em cada um deles existissem uma tarefa armazenada.
Sempre que enviamos uma mensagem ao nosso cérebro solicitando determinada função, ele irá recorrer ao seu arquivo, e lá encontrará (ou não) a função desejada.
Se este movimento estiver arquivado de forma correta, a probabilidade de acerto é garantida, já ao contrario será reproduzida sem êxito.
É importante saber que esse mecanismo funciona da seguinte forma: “os proprioceptores envolvidos na tarefa enviam uma mensagem ao SNC (sistema nervoso central). Então o “engrama” estocado é utilizado como modelo”.
Estes “engramas” uma vez aprendidos e armazenados poderão ser utilizados sempre que necessários.
Segundo Fox “Se e quando ocorrem desvio em relação ao engrama armazenado uma correção é feita graças à liberação de sinais motores adicionais pelo córtex motor, de acordo com o que é lhe comunicado pelo cerebelo”.
O que nos remete a entender que podemos fazer pequenos ajustes nesses padrões, que garantam a eficiência da tarefa proposta.
E como conclusão final deste artigo é importante analisar o treino como um trabalho constante de correção, um movimento ou gesto uma vez aprendido de forma correta poderá garantir o sucesso de sua equipa numa partida.
Prof. Esp. Marquinhos Xavier
O assunto é interessante e complexo, para saber mais consulte a bibliografia:
The Physiological Basis of Physical Educattion and Athletics
“Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos”
Edward L. Fox, Richard W. Bowers e Merle L. Foss
Editora Guanabara Koogan S.A / Rio de Janeiro-RJ
Fonte: futsalalan.blogspot.pt
Quinta-feira, 15 de Março de 2012
10ª Jornada da Fase Final do campeonato de Juniores - AF Braga
A equipa de juniores do Nun'Álvares desloca-se neste sábado, dia 17 de março, a Terras de Bouro, para defrontar a equipa do Rio Caldo. O jogo que se realiza no pavilhão da escola EB 2,3 de Rio Caldo, pelas 16 horas, é relativo à 10ª e última jornada da fase final do campeonato distrital de juniores.
Quarta-feira, 7 de Março de 2012
9ª Jornada da Fase Final do campeonato de Juniores - AF Braga
No próximo sábado, dia 10 de março, a equipa júnior do Nun'Álvares, recebe o Vermoim. O jogo, a contar para a 9ª jornada da fase final, realiza-se no pavilhão do Nun'Álvares, pelas 17h30.
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